slogan


A atitude é nossa.
A consciência é de todos!

quarta-feira, 23 de novembro de 2016

IEATA conscientizando nossas crianças



  Nós, do IEATA, temos uma missão especial com as crianças da nossa comunidade, a de conscientizá-las sobre a importância de preservar e cuidar da natureza. 
Galera do IEATA instalando umas das placas.

   Partimos do preceito que quanto mais cedo esse tema for abordado com as crianças, maiores as chances de despertar a consciência pela preservação. Por isso, a educação para uma vida sustentável deve começar já na educação infantil, pois as crianças de hoje representam o futuro, e convenhamos, é muito mais esperançoso “plantar” essa conscientização na cabecinha de uma criança do que de um adulto que já tem seus “velhos” hábitos.
   No segundo semestre desse ano fizemos uma parceria muito legal com o Canto à Ilha, que é um projeto que exalta o povo, as manifestações culturais e a natureza da nossa ilha. Além disso, a dupla traz canções de autoria própria com melodias que enaltecem a bela Florianópolis.
Apresentação do Canto a Ilha  na creche Stella Maris.

  O resultado dessa parceria rendeu um trabalho muito bacana entre as professoras e as crianças da creche Stella Maris, localizada no bairro Ponta das Canas. No dia 14 de setembro as crianças assistiram e interagiram com a peça de teatro musical apresentada pelo Canto à Ilha, a proposta desse trabalho foi de “plantar” a conscientização ambiental. Após a apresentação, a dupla de cantores deixou 5 placas de madeira, que foram idealizadas e confeccionadas  por Aílson de Almeida, um dos integrantes do Canto à Ilha. As próprias crianças pintaram  e colocaram mensagens para que cuidem do nosso Ecossistema Marinho, com auxílio das professoras.
Placas finalizadas.
O resultado das atividades decorrentes da intervenção da Educação Ambiental foram as pinturas das placas que serão colocadas em praias do nosso entorno, como: Praia da Ponta das Canas, Praia da Lagoinha do Norte e Praia Brava. Juntamente com a colocação das placas serão plantadas mudas de árvores frutíferas nativas da nossa Mata Atlântica, como pitangueira, goiabeira e araçá. O grupo participante constituiu-se de: Educadoras Ambiental do IEATA, Grupo Canto à Ilha e  a Comunidade Escolar da Creche Stela Maris, e os atores principais crianças de 3 a 6 anos envolveram-se e curtiram a tarefa de cuidar da Mãe Natureza.

    Hoje, dia 23 de novembro realizamos a primeira colocação de placas, a primeira praia escolhida foi a nossa linda praia de Ponta das Canas. Crianças da turma G3 (3 a 4 anos) divertiram-se praticando uma ação muito valiosa e importante para a nossa Mãe Natureza.

A bióloga Mariléia dando uma aula de educação ambiental.




Valentina ajudando a cavar o buraco para placa.
    No próximo dia 29 de novembro realizaremos essa mesma atividade na Praia Brava e Lagoinha do Norte.     

Plantando a pitangueira...


IEATA , professoras e alunos da creche.



















Acompanhe nosso blog e confira as fotos das próximas atividades.

Somos Gratos!







Texto: Letícia Cunha
Educadora e Cosmetóloga-IEATA

terça-feira, 22 de novembro de 2016

Revitalização Trilha Morro do Rapa






O que há três anos foi sonho, hoje é realidade!
O desenvolvimento de uma ação do Projeto Trilhas e Caminhos Ecológicos, a Revitalização da Trilha Morro do Rapa. Todo esse movimento está sendo possível através da parceria com  "Programa Roteiros do Ambiente - Trilhas e Caminhos na Ilha de Santa Catarina - PRA", e Instituições parceiras.
A trilha liga a Praia Brava à praia da Lagoinha do Norte, seguindo pelas encostas e cumeadas do Morro do Rapa. Com extensão total de 2,8 km e o tempo aproximado de 1 hora e 30 minutos. Historicamente utilizada como acesso para os pesqueiros e ligação entre as duas praias. Atualmente vem sendo acessada também para caminhadas e saltos de parapente.
Foto Mariléia S. Erosão do solo.

É importante salientar que está inserida em área legalmente protegida (ALP). Neste caso, em uma Área de Preservação Permanente – APP. Destaca-se pelas paisagens de capoeirinhas, capoeiras e de costão rochoso, e uma vasta biodiversidade, percorre a linha de cumeada passando por alguns trechos próximos de costões.
Foto Mariléia S. Observação da Fauna, Mauro Costa.
Devido ao mau uso a Trilha vem sofrendo pelos impactos da visitação, sobretudo com os processos relacionados à erosão e falta de drenagens. A cobertura florestal em sua maior parte em estágios iniciais de sucessão vegetal vem permitindo impacto direto das chuvas, levando o curso da Trilha se tornar leito das águas que descem das encostas e assim carreando solo, passando de sulcos para ravinas e destas para voçorocas. Também foi identificada a falta de sinalização, e placas educativas.




Foto Mariléia S. Erosão do solo.
Foto Mariléia S. Devido a erosão dificultava a caminhada.

Todo esse movimento está sendo possível através do Projeto Trilhas e Caminhos Ecológicos em parceria com  "Programa Roteiros do Ambiente - Trilhas e Caminhos na Ilha de Santa Catarina - PRA", e Instituições parceiras.

O PRA visa revitalizar um conjunto significativo de trilhas e caminhos do Município de Florianópolis, através de um processo de mapeamento de trajetos, planejamento e implantação de equipamentos padronizados de interpretação, sinalização e segurança, conciliados ao manejo sistemático da vegetação e do solo.
Equipe técnica do PRA: Adnir, Mariléia, Talita e Mauro.
Todo o trabalho está sendo efetuado pela  equipe do GT - Trilha do Morro do Rapa – PRA: Mariléia Sauer - bióloga, Amarildo - operacional do IEATA, Mauro Costa técnico da FLORAM, Talita Góes - geografa da UC da Ilha, Adnir Ramos - Sociólogo do Imma Brasil. Após ser realizado o diagnóstico e a gestão dos serviços de manejo do leito da Trilha, referente a vegetação e solo. 

Adnir e Mauro dando início nas atividades de revitalização.
Valmir operacional da FLORAM.
Nesta primeira etapa verificou-se os locais que necessitam de roçagem, de degraus com roletes, uso, retirada ou conservação de rochas, de drenagem, visando sua restauração da paisagem e a segurança dos seus usuários. Também foi realizado o levantamento de equipamentos de sinalização e interpretação, harmonizando a paisagem da Trilha aos seus elementos naturais e histórico-culturais, no qual será coordenada a colocação pela equipe.

Talita Góes - Geógrafa
Mariléia Sauer - Bióloga


Restruturação do trecho erodido. Mauro, Adnir e Amarildo. 




























Mais uma conquista para Florianópolis e tod@s as pessoas que aqui passarem. Para tanto contamos com a contribuição da comunidade para lançar um olhar cuidadoso para mais este espaço que está sendo revitalizado para benefício de tod@s. 
Vamos cuidar das nossas Trilhas e Caminhos Ecológicos!
Vamos preservar e conservar nossa Mata Atlântica.


segunda-feira, 21 de novembro de 2016

LIMPEZA DE ATITUDE - Edição Praia Brava


Nesse último domingo, dia 20 de novembro, realizamos mais um mutirão de Limpeza de Atitude na Praia Brava

 Foi um grande dia, conseguimos reunir mais de 40 pessoas na Brava para fazer a limpeza da praia. Durante de três horas de muito trabalho, pessoas das mais diversas idades recolheram todo tipo de lixo, desde bitucas de cigarro, garrafas de vidro e pet, tampinhas, guarda sol, embalagens de alimentos e até mesmo preservativos masculino. No total foram mais de 300 kg de resíduos, em sua grande parte foi de microlixo, ou seja aquele material que é ingerido por aves e peixes, o que lhes causa morte pela ingestão de plásticos e outros materias.
  Sempre acreditamos no melhor das pessoas, e por isso gostaríamos de agradecer a cada um pessoalmente... mas como isso se torna difícil.. deixo aqui o nosso MUITO OBRIGADO a todos os voluntários e apoiadores!!!!
Agradecemos também ao pessoal que participou da 5ª Etapa do Circuito Catarinense Pro/Am de Bodyboarding 2016, e que a todo momento divulgaram o IEATA, VALEU GALERA....






CURTA e COMPARTILHE nossa pagina no Facebook e nós ajude a Preservar e conservar nossos Ecossistemas.
E um salve a galera que nos apoiou, nos doando água mineral Imperatriz e adubos orgânicos Procomposto, valeu a parceria, todos voluntários ganharam 5 kg de adubo de compostagem e água mineral a vontade e também aos apoiadores:
Supermercado Forte, Escola Sul, RKR Seguros, Atacado Catarinense, Iate Clube de Santa Catarina Veleiros da Ilha, ACATMAR, Fun Dive , ASPB,Vitor Design , Beto Plotagem Maratea Mare Hotel


A atitude é nossa.
A consciência é de todos!


Texto:
Alessandra Oliveira, Jornalista e
Letícia Cunha, Educadora e Cosmetóloga do IEATA
     

segunda-feira, 7 de novembro de 2016

OBSERVANDO OS RIOS - Somos Parceiros

Monitoramento do Rio localizado na Cachoeira do Bom Jesus. Florianópolis/SC


O Observando os Rios é um projeto que reúne comunidades e as mobiliza em torno da qualidade da água de rios, córregos e outros corpos d’água das localidades onde elas vivem, desenvolvido pela SOS Mata Atlântica. No qual fazemos parte!
Para o desenvolvimento da proposta recebemos o kit que possibilita a avaliação dos rios a partir de um total de 16 parâmetros, que incluem níveis de oxigênio, fósforo, PH, odor, aspectos visuais, entre outros, e classifica a qualidade das águas em cinco níveis de pontuação, de acordo com a legislação: péssimo (de 14 a 20 pontos), ruim (de 21 a 26 pontos), regular (de 27 a 35 pontos), bom (de 36 a 40 pontos) e ótimo (acima de 40 pontos), saiba mais visitando o site: https://www.sosma.org.br/projeto/rede-das-aguas/observando-os-rios/.
Como cita a SOS Mata Atlântica essa metodologia, desenvolvida especialmente para a Fundação por Samuel Murgel Branco e Aristides Almeida Rocha, com a contribuição de muitos especialistas, se vale da percepção e dos kits de análise para aferir o Índice de Qualidade da Água (IQA – baseado na resolução Conama 357).
Nossa equipe faz o monitoramento em dois rios do Norte da Ilha, um localizado na Cachoeira do Bom Jesus, e outro na Lagoinha do Leste, em parceria com a SOS Mata Atlântica.

A Atitude é Nossa.

A consciência é de tod@s!







quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Limpeza de Atitude


Objetivo


As Ações Voluntárias de mutirão dos ecossistemas costeiro é uma forma de mobilizar toda a comunidade e do governo para o grave quadro de poluição por resíduos sólidos em nossas praias. Ao mesmo tempo retira o máximo possível de resíduos destes  ambientes, em especial do micro-lixo. Ou seja, coleta dos “lixinhos” que a maioria das pessoas acha que não vai fazer diferença, como papéis de bala, tampas de garrafas, canudos, palitos de picolé e pirulito, goma de mascar, bitucas de cigarro, embalagens plásticas e de cigarro, anéis de latinha, cacos de vidro. Tudo o que se encontra na rua, nos gramados, entopem bueiros gerando enchentes e morte da fauna aquática.
             Tornando-se uma ferramenta de pesquisa e educação ambiental, por meio da sensibilização e do trabalho em equipe.  A partir da 3º edição, ao finalizar o mutirão cada voluntário receberam certificados de participação.

Registro do 3º mutirão de limpeza na Praia da Ponta das Canas



 Nossa programação


Edição Praia Brava:  20 de novembro, domingo às 14h.
Ponto de Ponto de encontro: Costão norte;
Edição Lagoa: 11  de dezembro, domingo, ás 14h.
Ponto de encontro: a definir
2017
Edição Lagoinha: 28 de janeiro de 2017, ás 14h.
         Ponto de encontro: a definir

Edição Ponta das Canas: a definir

Edição Daniela: devido a mobilidade no período da temporada vamos definir nova data

          Ponto de encontro: a definir

Quem pode participar

Qualquer pessoa pode participar das ações voluntárias. Menores de 18 anos devem estar acompanhados de um adulto responsável. Caso tenha interesse em participar cadastre seu Email e saiba tudo sobre as próximas ações voluntárias e eventos. 
Você pode formar um grupo de amigos da sua escola, universidade, associação ou empresa. Obtenha informações e confirme sua presença em nossa página no Facebook.

Palestras e Eventos

O Instituto Estudos Trilheiros de Atitude também realiza palestras sobre a poluição dos oceanos em escolas, empresas e eventos. Para mais informações entre em contato conosco por Email.


CONTAMOS COM A PARTICIPAÇÃO DE TOD@S!

SOMOS GRATOS! 

Comissão Organizadora



segunda-feira, 31 de outubro de 2016

ÓLEOS COM ERVAS MACERADAS


O que são e como fazer


Óleos macerados são óleos que oferecem benefícios através de princípios ativos de uma planta ou flor, que são extraídos para o óleo, o que vai facilitar a sua utilização.

Os óleos macerados podem ser feitos com qualquer planta mas é essencial que seja feito com óleo vegetal.  
Lavanda, mentha piperita (hortelã), calêndula, alecrim, são só algumas das opções que podemos utilizar.

Mas uma coisa é preciso que fique bem clara:

Óleo macerado não é óleo essencial!   


 A diferença é que o óleo essencial  é uma mistura de substâncias voláteis (evapora facilmente) extraídas diretamente de folhas, raízes, pétalas, caule, cascas de plantas através de diversos processos de destilação (principalmente à vapor) e são extremamente concentrados. O óleo macerado é feito a partir da infusão de ervas e /ou flores em um óleo vegetal (também conhecido como carreador) e podem ser facilmente produzidos em casa. Os óleos vegetais utilizados na infusão, são gorduras extraídas principalmente das sementes de plantas e frutas, possui consistência mais espessa que os óleos essenciais, não são voláteis e contam com alto poder de hidratação e nutrição.

Muitas ervas são adequadas para infusão, tanto aquelas com níveis elevados de óleos voláteis, quanto aquelas com componentes solúveis em gordura. Ervas como alecrim, lavanda, hortelã-pimenta, tanchagem, calêndula e erva baleeira são excelentes para fazer óleos macerados, pois são muito utilizadas como terapias alternativas.



 Como fazer esses óleos:

A ideia é de que a planta seja imersa em um óleo carreador de boa qualidade, tais como óleo de amêndoa, óleo de girassol, de jojoba, azeite, entre outros. Em seguida, a mistura deve ser deixada para aquecer naturalmente ao sol durante um período de 4 a 8 semanas ou, se preferir, pode aquecê-la em banho-maria por cerca de 2 horas. Este processo faz com que o óleo absorva as propriedades das plantas. Após este processo, deve-se filtrar o óleo para retirar os resíduos das plantas.  
Estes óleos macerados podem ser utilizados em massagens, banhos e para fazer formulações para a pele: bálsamos, pomadas, cremes, tratamentos para os cabelos, sabonetes etc. O uso de ervas secas garante maior vida útil ao óleo macerado.
O uso de ervas frescas podem introduzir a umidade ao óleo, o que diminui sua vida útil. Portanto, se optar pelo uso de ervas frescas, certifique-se de que elas não estejam molhadas antes de acrescentá-las ao óleo.    

É importante salientar que é preferível o uso de vidros âmbar ou verde escuro, para manter uma maior integridade da planta.
Existem 3 receitas básicas de produzir um óleo macerado : método de infusão a frio, método de infusão ao sol e método de infusão a quente . O método que vimos acima é a infusão a quente.


 Texto: Letícia Cunha
 Cosmetóloga e educadora-IEATA


segunda-feira, 10 de outubro de 2016

Você já ouviu falar na Erva baleeira?

Um poderoso Anti-Inflamatório natural



Nativa da Mata Atlântica brasileira, a Erva Baleeira é encontrada em quase todo o litoral, porém é mais comum no litoral-sul de São Paulo – região de Iguape – e no litoral de Santa Catarina. A Cordia verbenácea é uma planta comumente encontrada em trilhas e caminhos ecológicos do sul do Brasil. A ação dessa planta no nosso organismo, é a mesma ação causada pelos anti-inflamatórios e analgésicos quimicamente produzidos e comercializados por farmácias convencionais. Sua eficácia é comprovada nos tratamentos de reumatismo, úlceras, gastrites, artrite, dores musculares e nevralgias, contusões e em todo tipo de inflamações (possui uma ação anti-inflamatória muito potente), anti-séptica e cicatrizante.
A utilização dessa erva se dá tanto na forma interna quanto na externa, isto é, é utilizada como chá, tintura ou macerada em álcool.    

O uso da Erva Baleeira remete aos índios originais da Mata Atlântica e foi incorporado pelos colonizadores que chegaram na região litorânea do Brasil.  A sua utilização remete aos índios originais da Mata Atlântica e foi incorporado pelos colonizadores que chegaram na região litorânea do Brasil.
O nome popular “erva-baleeira” é proveniente da época em que a caça das baleias era permitida, e então era muito usada pelos pescadores no litoral das regiões Sul e Sudeste para cicatrização de ferimentos e alívio de contusões. Foram essas raízes culturais e o conhecimento tradicional desses brasileiros que trouxeram para o presente o uso de preparos caseiros como pomadas e compressas com as folhas da Cordia para tratamento de males diversos.



CURIOSIDADES...                                   
* O laboratório Ache  patenteou  a cordia verbenácea após anos de pesquisas.
* É usada como a base principal do anti-inflamatório Acheflan.
* O creme teve liberação da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), que classificou o produto na classe dos fitomedicamentos, que são fármacos que têm em sua composição apenas substâncias ativas extraídas de plantas, sem a mistura de princípios ativos sintéticos
* É um arbusto que atinge cerca de 2 metros, apresenta folhas compridas (com até 12 cm de comprimento), ásperas, com odor forte e persistente. As inflorescências surgem nas extremidades dos ramos, em forma de espigas curvadas para baixo, com flores brancas e miúdas. Os frutos, quando maduros, são vermelhos e medem aproximadamente 0,4 cm.
* Suas folhas possuem um forte aroma, que, muitas vezes é comparado ao caldo Knorr.




 Texto: Letícia Cunha
 Cosmetóloga e educadora-IEATA

Fonte:
ARAÚJO AA. Medicina rústica. 3ª ed. São Paulo: Brasiliense; 1997.
BECKER B. Wild plants for human nutrition in the Sahelian zone. Journal of Arid Environments. 1986;11(1):61–64.

LORENZI H, Souza HM, Torres MA, Bacher VLB 2003: p. 384). Árvores exóticas no Brasil: madeireiras, ornamentais e aromáticas. Nova Odessa, Plantarum. 2003:p. 384.